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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Falta vacina contra o sarampo e há até racionamento em postos da Grande BH



Novos casos suspeitos de sarampo têm surgido na capital, colocando em alerta municípios vizinhos. Na região metropolitana, a vacina está em falta em vários postos. Há até racionamento em algumas unidades, com a dose sendo aplicada apenas em crianças de 6 meses a 1 ano. Porém, toda a população com até os 49 anos tem direito ao atendimento. Atualmente, a cobertura vacinal contra a doença está em apenas 40% na Grande BH.
Público-alvo é formado por crianças de 1 a 5 anos,
mas jovens e adultos também podem ser imunizados
Os problemas foram constatados em pelo menos sete cidades. A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) afirma que o abastecimento tem sido realizado dentro da normalidade, mas admite que “faltas pontuais podem ocorrer em alguns unidades, em decorrência de uma procura maior que a da rotina”. 
m exemplo é o posto do bairro Monte Castelo, em Contagem. Quem esteve lá ontem não conseguiu se vacinar. Funcionários informaram que as doses estavam em falta e que não havia, naquele momento, expectativa de reposição.
Em Vespasiano, a situação se repetiu no centro Sueli. Uma servidora confirmou o estoque zerado, mas afirmou que a falha seria resolvida no mesmo dia. Na cidade vizinha de Santa Luzia, no bairro Baronesa, apenas crianças estavam sendo imunizadas. A mesma situação foi constatada em Lagoa Santa, que também confirmou a ausência em alguns locais. No município, uma clínica concentra a maior parte do atendimento.  
Infraestrutura
A falta de infraestrutura também é um agravante. Em Ribeirão das Neves, funcionárias de uma unidade afirmaram que a imunização deixa de ser aplicada devido à falta de salas adequadas. Os usuários eram encaminhados para outro posto.
Em Betim, o vandalismo deixou um centro de saúde da Vila Bemge destruído. Nem mesmo o estoque de vacinas foi poupado. “Perdemos as doses que estavam armazenadas e até hoje nada foi reposto”, explicou uma mulher.
Alerta 
Infectologista e professora da Faculdade de Medicina da UFMG, Lilian Martins Oliveira Diniz reforça que o sarampo é uma doença que sempre esteve circulando pelo mundo, mas acaba se proliferando em ambientes onde há pessoas não vacinadas.
“Quem ainda não foi imunizado está percebendo a importância da vacina. Com o tempo, muita gente vai relaxar novamente, até que outros casos apareçam e recomece a procura. É um ciclo”.
Para a médica, é importante reforçar que a proteção é destinada a toda a população e não apenas às crianças. “É um grupo que tem mais riscos, mas não o único”, destaca.
Coordenadora do curso de Enfermagem das Faculdades Promove e Kennedy, Débora Gomes Pinto diz que todos que não encontrarem a vacina no posto de saúde mais próximo de casa devem procurar pontos alternativos. “Se a pessoa não se lembrar se foi imunizada, a orientação é tomar a dose”.
Apesar de o Hoje em Dia constatar o estoque zerado, após contato com funcionários das próprias unidades, as prefeituras de Santa Luzia, Contagem, Ribeirão das Neves, Betim e Vespasiano informaram, por nota, que a vacina está disponível. As prefeituras de Lagoa Santa e Sarzedo não se manifestaram até o fechamento da edição.

Fonte: Hoje em Dia

Com desculpa a Lula, procuradora confirma veracidade de chat da Lava Jato


Ao pedir desculpas hoje ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a procuradora Jerusa Viecili, da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, confirma a autenticidade de mensagem revelada em reportagem do UOL em parceria com o site The Intercept Brasil. Nos diálogos obtidos pelo site Intercept, analisados e publicados pelo UOL, os integrantes da Lava Jato ironizaram a morte da esposa de Lula, Marisa Letícia, e os pedidos do ex-presidente para ir aos enterros de familiares que morreram.


"Errei. E minha consciência me leva a fazer o correto: pedir desculpas à pessoa diretamente afetada, o ex-presidente Lula", diz a postagem da procuradora.

Até então, ao comentar as publicações decorrentes dos vazamentos de mensagens, os procuradores citados afirmavam que não reconheciam a autenticidades das mensagens e levantavam suspeitas quanto a eventuais adulteração nos conteúdos publicados --não há evidências de que os textos tenham sido manipulados. Pouco mais de uma hora depois de se desculpar, Jerusa, no entanto, ponderou, em outro tuíte, que o reconhecimento da autenticidade de trecho publicado pelo UOL não significa que ela endosse todas as outras publicações em que é mencionada. "Lembrar de uma mensagem não autentica todo o conjunto. A existência de mensagens verdadeiras não afasta o fato de que as mensagens são fruto de crime e têm sido descontextualizadas ou deturpadas para fazer falsas acusações", disse.

Na sequência, ela também disse: "Os procuradores da Lava Jato nunca negaram que há mensagens verdadeiras, exatamente porque foram efetivamente hackeados. Contudo, não é possível saber exatamente o quanto está correto, porque é impossível recordar de detalhes de 1 milhão de mensagens em 5 anos intensos". Procurada para comentar a matéria publicada hoje de manhã pelo UOL, a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba disse que não poderia se manifestar sem ter acesso integral às conversas.

Em junho deste ano, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, pediu desculpas ao MBL (Movimento Brasil Livre) através um áudio, depois de a Folha de S.Paulo ter revelado que, em conversa realizada no ano de 2016, Moro se referiu aos seus integrantes como "tontos". "Consta ali um termo que não sei se usei mesmo, acredito que não, pode ter sido adulterado. Mas queria pedir desculpas se eu eventualmente utilizei, porque sempre respeitei o MBL e sempre agradeci o apoio que esse movimento deu", disse Moro que, em 2016, era juiz federal e atuava na Lava Jato.

Apesar do perfil da procuradora Jerusa no Twitter não ser verificado pela plataforma, publicações de sua conta já foram compartilhadas por Deltan Dallagnol, coordenador da Força-Tarefa no Paraná. A reportagem publicada hoje, em parceria com o The Intercept Brasil, mostra comentários jocosos dos membros da Lava Jato sobre a morte da ex-primeira-dama e sobre os pedidos do ex-presidente para deixar a cadeia e ir aos enterros do irmão Vavá e do neto Arthur, de 7 anos.

Em uma das conversas, de 3 de de fevereiro de 2017, Jerusa escreveu "Querem que eu fique pro enterro?" e colocou um emoji sorrindo logo depois de outro procurador, Julio Noronha, publicar notícia sobre a morte de Marisa.

Em outra conversa, de 1º de março deste ano, a procuradora compartilha com os colegas matéria sobre a morte de Arthur e escreve: "preparem para nova novela ida ao velório".

Lula manifesta "repulsa" Lula afirmou, na tarde de hoje, que recebeu com "extrema indignação" e "repulsa" as mensagens jocosas divulgas nesta manhã. Por meio de nota enviada ao UOL o ex-presidente disse que os procuradores "referem-se de forma debochada e até desumana" às mortes de seus entes queridos. Ele afirma ter recebido as revelações da reportagem com "extrema indignação". "Foi com extrema indignação, com repulsa mesmo, que tomei conhecimento dos diálogos em que procuradores da Lava Jato referem-se de forma debochada e até desumana às perdas de entes queridos que sofri nos anos recentes: minha esposa Marisa, meu irmão Vavá e meu netinho Arthur".

O ex-presidente afirmou ainda que esta terça-feira (27) foi "um dos momentos mais tristes" na prisão. Lula disse não imaginar até então que "o ódio que nutriam" contra ele "chegasse a esse ponto". "Mas não imaginava que o ódio que nutriam contra mim, contra o meu partido e meus companheiros, chegasse a esse ponto: tratar seres humanos com tanto desprezo, como se não tivessem direito, no mínimo, ao respeito na hora da morte. Será que eles se consideram tão superiores que podem se colocar acima da humanidade, como se colocam acima da lei?", afirmou.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Aumento da depressão exige cada vez mais profissionais da área da Psicologia

Os casos de depressão no Brasil mostram porque a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica como “crise global” o quadro atual da doença. Por aqui, 11% dos idosos de 60 a 64 anos são diagnosticados com esse mal. O dado é da última pesquisa divulgada pelo governo federal.

Nesse contexto, o psicólogo tem ainda mais importância na atenção primária, considerada a “porta de entrada” do paciente no sistema de saúde. Esse profissional, cujo dia é comemorado nesta terça-feira (27), tem a capacidade de identificar o problema e encaminhar o usuário para que tenha assistência adequada.
Para isso, a formação é essencial. Por conta da alta demanda por esses serviços, a Psicologia está entre as dez graduações mais procuradas no país, segundo o Censo da Educação Superior mais recente, referente a 2017.
O conhecimento adquirido na faculdade pode ser aplicado em hospitais, clínicas e consultórios ou até mesmo em empresas, não somente para detectar enfermidades mentais, mas também para promover melhoria na qualidade de vida e no acompanhamento a pessoas de todas as idades.
Psicólogo atua no diagnóstico e tratamento de
doenças mentais, ajudando o paciente a ter melhor
qualidade de vida
“O psicólogo tem conquistado um status fundamental na sociedade. A depressão é o mal do século e impacta a produtividade, a qualidade de vida e autoestima de quem a tem. Por isso, esses doentes se interessam tanto pelo atendimento de um especialista”, diz a professora Maria Rita Britto Tupinambá, coordenadora do curso de Psicologia das Faculdades Promove, em Belo Horizonte.
Pesquisas
O professor Renato Bortoloti, da UFMG, afirma que o campo tem ganhado também espaço nas pesquisas governamentais, principalmente para entender ou resolver fenômenos que antes se associavam apenas a áreas que as pessoas afirmavam estar ligadas a problemas conjunturais.
“Temos, por exemplo, profissionais que fazem estudos sobre comportamentos de violência doméstica, atendimento a vítimas de crimes, escuta de jovens em escolas com problemas de aprendizado. Hoje, a ciência está aliada a diversos problemas que, durante muito tempo, acreditou-se que não havia relação com o pathos (essência) do indivíduo”, comentou.
Fonte: Hoje em Dia

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Com crise na Amazônia, rejeição ao governo Bolsonaro dispara 20 pontos

A avaliação negativa da gestão Jair Bolsonaro (PSL) disparou de 19% para 39,5% entre fevereiro e agosto. A alta da rejeição – de 20,5 pontos percentuais – é um dos dados mais reveladores da nova pesquisa CNT, encomendada pelo Instituto MDA e divulgada nesta segunda-feira (26). A crise na Amazônia teve impacto direto no resultado. Pela primeira vez no histórico de pesquisas do gênero, o meio ambiente aparece entre as áreas “com o pior desempenho” de um governo federal.


Conforme o levantamento, a avaliação positiva do governo retraiu dez pontos porcentuais. A aprovação ao governo foi de 38,9% para 29,4% nestes seis meses. Para 29,1% dos entrevistados, o governo é regular. Sobre o desempenho pessoal de Bolsonaro, a taxa de desaprovação cresce ainda mais. A pesquisa aponta que 53,7% dos brasileiros reprovam o presidente, contra 41% que o aprovam. Outros 5,3% não sabem ou não responderam. 

A sondagem captou os impactos da crise de imagem que acometeu Bolsonaro, seu governo e o próprio Brasil em agosto, diante das queimadas da Amazônia e da reação desastrosa do presidente. Quando estimulados a citarem duas áreas em que a gestão Bolsonaro apresenta seu pior desempenho, 26,5% já indicam o meio ambiente. É a segunda área mais mencionada, atrás apenas da saúde (30,6%). Na sequência, aparecem educação (24,5%), economia (17,6%), direitos humanos e reformas (ambos com 13,6%), relacionamento com o Congresso (11,2%) e segurança (11,1%). 

Além disso, 93,5% dos entrevistados consideram “muito importante” a preservação do meio ambiente, e 69% acreditam que deve haver equilíbrio entre a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento econômico do País. De acordo com o levantamento, 83,4% creem que o aquecimento global é uma realidade, enquanto apenas 11,8% dizem que se trata de “uma teoria exagerada”.

A pesquisa CNT/MDA entrevistou 2.002 pessoas, em 137 municípios, de 25 estados, de 22 a 25 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Fonte: Vermelho

Brasileiros “merecem um presidente que esteja à altura do cargo”, diz Macron

'As mulheres brasileiras sem dúvida têm um pouco de vergonha [de Bolsonaro]', disse Macron, que afirmou ser 'triste' que ministros insultem líderes estrangeiros

O presidente francês Emmanuel Macron disse nesta segunda-feira (26/08), ao ser questionado sobre os ataques do presidente Jair Bolsonaro, que zombou da primeira-dama Brigitte Macron em um comentário no Facebook, que o brasileiro não está à altura do cargo que ocupa.
Thibaut Prévost/FlickrCC
Macron disse que Brasil merece presidente "que esteja à altura do cargo"
O francês disse que os brasileiros “merecem um presidente que esteja à altura do cargo” e classificou como “triste” o fato de ministros do governo Bolsonaro estarem insultando líderes estrangeiros. 
Neste domingo (25/08), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, conhecido pelos comentários ofensivos que faz em suas redes sociais, chamou Macron de “calhorda oportunista buscando apoio do lobby agrícola francês”.
“As mulheres brasileiras sem dúvida têm um pouco de vergonha [de Bolsonaro]”, disse Macron, em entrevista concedida ao lado do presidente chileno Sebastián Piñera em meio às reuniões do G7, em Biarritz.
O presidente francês também chamou de “grande mal-entendido” a crise diplomática entre os países. Na sexta (23/08), Macron disse que o brasileiro havia mentido para ele durante a reunião do G20, em junho deste ano, quando os dois conversaram sobre preservação ambiental. Em resposta, Bolsonaro acusou o francês de “potencializar o ódio” contra o Brasil.
Embaixador
No sábado (24/08), Bolsonaro disse que estuda convocar para consultas o embaixador brasileiro na França, Luís Fernando Serra, após as críticas de Emmanuel Macron sobre a condução de Brasília na crise ambiental na Amazônia.
Questionado por repórteres se o faria, o presidente afirmou que falou com o chanceler Ernesto Araújo sobre a viabilidade de fazê-lo. “Conversei com o Ernesto, estamos avaliando”, disse.
A convocação de um embaixador para consultas não significa um rompimento de relações, mas é um gesto de alta voltagem diplomática que é normalmente utilizado para exprimir incômodo ou desconforto com um país estrangeiro. Caso ocorra, o posto brasileiro em Paris ficaria, temporariamente, sem representante oficial.
Bolsonaro também disse que está sendo “educado” com Macron, mas que não iria ligar para o francês. "Depois do que ele falou a meu respeito, você acha que vou falar com ele? Eu estou sendo muito educado, porque ele me chamou de mentiroso”, afirmou. 
Fonte: Opera Mundi

G7 anuncia envio imediato de R$ 90 milhões para combate ao fogo na Amazônia

Nova ajuda financeira pode ser disponibilizada "em médio prazo" para "um plano de reflorestamento", de acordo com líderes do G7, reunidos em Biarritz, na França

Os países do G7 pretendem disponibilizar US$ 20 milhões (cerca de R$ 91 milhões) para serem usados em ações de combate a queimadas e incêndios na Amazônia, de acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira (26/08) por fontes do governo francês.
FAB
Jatos da FAB jogam água sob incêndios na Amazônia; G7 disponibilizou dinheiro para combate às queimadas
A soma deve ser enviada "imediatamente" aos países afetados. Uma nova ajuda financeira pode ser disponibilizada "em médio prazo" para "um plano de reflorestamento". Os líderes do G7, que estão reunidos em Biarritz, na França, para sua reunião anual, também teriam concordado em enviar aviões Canadair para combater os incêndios na Amazônia.
O líder indígena brasileiro Raoni é aguardado em Biarritz para o encerramento da reunião, quando uma declaração final será assinada. 
A reunião do G7 começou no sábado (24/07) e termina nesta segunda. Um dos principais temas discutidos pelos chefes de Estado e de Governo da França, Itália, Alemanha, Reino Unido, Japão e Canadá é o meio ambiente.
O assunto foi endossado pelo anfitrião Emmanuel Macron, que na semana passada começou a fazer apelos pelo fim das queimadas na Amazônia. A falta de ações do Brasil, ao menos no início dos incêndios, e a troca de ofensas entre o presidente Jair Bolsonaro e Macron abriram uma crise entre os dois países.
Apesar de os países do G7 terem demonstrado interesse em ajudar e oferecido suporte no combate aos incêndios, Bolsonaro disse que aceitou apoio de Israel. Embora 60% da Região Amazônica se situe no Brasil, a maior floresta do mundo também se estende por oito outros países: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela, e até mesmo o departamento ultramarino da França, Guiana Francesa.
Macron
O presidente francês disse nesta segunda-feira, ao ser questionado sobre os ataques do presidente Jair Bolsonaro, que zombou da primeira-dama Brigitte Macron em um comentário no Facebook, que o brasileiro não está à altura do cargo que ocupa.
O francês disse ue os brasileiros “merecem um presidente que esteja à altura do cargo” e classificou como “triste” o fato de ministros do governo Bolsonaro estarem insultando líderes estrangeiros. 
Neste domingo (25/08), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, conhecido pelos comentários ofensivos que faz em suas redes sociais, chamou Macron de “calhorda oportunista buscando apoio do lobby agrícola francês”.
“As mulheres brasileiras sem dúvida têm um pouco de vergonha [de Bolsonaro]”, disse Macron, em entrevista concedida ao lado do presidente chileno Sebastián Piñera em meio às reuniões do G7, em Biarritz.
Fonte: Opera Mundi

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

No centro da polêmica: a Amazônia é ou não é o pulmão do mundo?

Três milhões e 700 mil pessoas curtiram, até a tarde desta sexta-feira (23), uma postagem feita pelo astro do cinema Leonardo DiCaprio sobre as queimadas na Amazônia, que preocupam personalidades e políticos em todo o mundo, incluindo o presidente da França. No texto, acompanhado de uma imagem da mata em chamas, o ator e ativista se refere à floresta amazônica como sendo, 'basicamente', os 'pulmões do mundo'.

Além de DiCaprio, outras personalidades e o próprio senso comum tendem a repetir que a maior floresta tropical do mundo sirva como pulmões ao planeta. Do ponto de vista científico, porém, a analogia é equivocada. 


Os pulmões humanos são responsáveis por uma troca gasosa essencial: eles nos fornecem oxigênio e eliminam o gás carbônico produzido pelo próprio corpo durante a queima energética.
De acordo com o biólogo e pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais Adriano Paglia, são as algas marinhas, vegetais fotossintetizantes, que fazem boa parte da liberação de oxigênio na atmosfera mundial - e não a floresta amazônica, que é responsável por uma parte pequena dessa entrega de ar puro à atmosfera. Isso porque, grande parcela do oxigênio produzido pela floresta durante o dia é utilizado por ela mesma no processo de respiração. 
Isso não quer dizer que a Amazônia não deva ser preservada.
Muito pelo contrário. 
"Eu não gosto dessas analogias (corpo humano e planeta). O planeta é um conjunto de ecossistemas, do qual a Amazônia é um deles. A Amazônia é o nosso regulador climático mundial, ou seja, responsável pela manutenção do clima no mundo", explica.
Como o clima do planeta é integrado, uma alteração em um ecossistema irá afetar o clima de todo o planeta. "Ela não afeta só a América do Sul e sim o planeta inteiro", diz.
Além disso, ainda segundo o especialista, outras importâncias globais da Amazônia estão no regime de chuvas e na manutenção da enorme biodiversidade, que é responsável pelo equilíbrio de ecossistemas e por serviços ambientais fundamentais para o ser humano. 
Desenhando, a Amazônia não é o pulmão do mundo: sua importância extrapola essa analogia banal: sem a Amazônia a vida no mundo é ameaçada. 
Algas marinhas têm papel essencial na produção de oxigênio no mundo


Fonte: Hoje em Dia

Bolsonaro vira alvo de protestos em defesa da Amazônia pelo mundo


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) é o principal alvo de protestos em defesa da Amazônia que acontecem hoje em pelo menos dez cidades da Europa e da Ásia. Os manifestantes pedem que o mandatário brasileiro atue em defesa da floresta, que vem sofrendo um aumento no número de queimadas e de desmatamento. Alguns manifestantes pedem, ainda, a renúncia do presidente.
Com cartaz contra Bolsonaro, manifestantes protestam em defesa da Amazônia em frente à Embaixada do Brasil em Londres - Imagem: Toby Melville/Reuters

Convocados por movimentos como Extinction Rebellion e Fridays for Future, os protestos aconteceram em frente às Embaixadas do Brasil em Londres (Reino Unido), Paris (França), Madri (Espanha), Dublin (Irlanda), Berlim (Alemanha) e no Consulado Brasileiro em Genebra (Suíça) e em Nápoles (Itália). Também há registro de protestos em frente à Embaixada do Brasil em Mumbai, na Índia, na praça Dam, localizada no centro de Amsterdã (Holanda), e no centro de Barcelona (Espanha). No Brasil, há protestos convocados para hoje e para o fim de semana em pelo menos 40 cidades

Em Londres, os manifestantes carregavam faixas e cartazes em defesa da Amazônia e da causa ambiental. Também havia placas contra Bolsonaro: uma delas mostrava uma foto do presidente com pulmões no formato de uma floresta pegando fogo. Nela, é possível ver os dizeres "negligência = genocídio". Alguns manifestantes também pediram a renúncia de Bolsonaro. Em um vídeo, eles entoavam gritos de "Bolsonaro has got to go" ("Bolsonaro tem de sair"). 
Em Barcelona, na Espanha, manifestantes saíram às ruas com réplicas de folhas e uma faixa para simular ondas do oceano. Um cartaz (esq.) chama Bolsonaro de "criminoso ambiental" - Imagem: Reprodução/Twitter @XRBarcelona
Em Paris, manifestantes exibiram uma bandeira do Brasil com os dizeres "fora Bolsonaro" e "fora piromaníaco". Outros cartazes pediam o fim da "matança" da floresta. Há também manifestações que pediam a saída de Bolsonaro da presidência, a realização de eleições gerais e a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em Genebra, além de cartazes contra Bolsonaro, havia manifestações que associam o presidente brasileiro a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, chamando-os de "criminosos". O protesto, que aconteceu em frente ao Consulado do Brasil na cidade, foi acompanhado de segurança reforçada no local. Muitos dos manifestantes eram jovens, que disseram ter "descoberto" Bolsonaro nos últimos dias e se mostraram "assustados" com as declarações do presidente.

Na Espanha, dezenas de manifestantes se reuniram em frente à Embaixada do Brasil em Madri. "Quando não for possível respirar ou beber água, explique aos seus filhos que era 'bom para a economia'", dizia um cartaz em crítica às queimadas e ao desmatamento na região amazônica. 
Pessoas protestam do lado de fora da embaixada brasileira em Londres - Imagem: William Skeaping/@ExtinctionNR via Reuters

Em Barcelona, manifestantes saíram às ruas com réplicas de folhas e uma faixa para simular as ondas do oceano. Também havia cartazes que chamavam Bolsonaro de "criminoso ambiental". Ontem, o presidente da França, Emmanuel Macron, usou o Twitter para classificar as queimadas na Amazônia como uma "crise internacional". Ele cobrou que os líderes do G7 tratem urgentemente do tema. "Nossa casa está queimando", escreveu. Hoje, foi a vez de a chanceler alemã Angela Merkel dizer que os incêndios na Amazônia constituem uma "situação urgente" que deve ser discutida durante a cúpula do G7. O G7, grupo formado por líderes dos EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá e Japão, se reúne na cidade de Biarritz (França) neste fim de semana. Ontem, Bolsonaro rebateu Macron em uma live nas redes sociais, dizendo que o líder francês está interessado em "ter um espaço na região amazônica para ele". Pelo Twitter, o presidente brasileiro afirmou que a sugestão do francês, de discutir assuntos ligados à floresta no encontro do G7, "evoca mentalidade colonialista". 
Em referência ao hino da França, manifestante que participa do ato pela Amazônia em Paris carrega cartaz com os dizeres "Às árvores, cidadãos" (dir.). Outro cartaz (esq.) diz que "Sem floresta, é o fim" - Imagem: Zakaria Abdelkafi/AFP
As reações internacionais continuaram hoje, com a França e a Irlanda ameaçando não ratificar o acordo União Europeia-Mercosul se Brasil não proteger a Amazônia.

Fonte: UOL


STF proibirá governadores e prefeitos de reduzir salário de servidor

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quinta-feira (22) por proibir que estados e municípios reduzam temporariamente a jornada de trabalho e o salário de servidores públicos quando os gastos com pessoal ultrapassarem o teto previsto em lei, de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) com gasto de pessoal. A redução salarial temporária, prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), está suspensa desde 2002 pelo Supremo pela possibilidade de ferir a Constituição.

Para Fachin, não se pode flexibilizar a previsão da Constituição somente para gerar efeitos menos danosos ao governante

Nesta semana, a Corte retomou a análise de ações que questionavam diversos dispositivos da lei. Até o momento, seis dos 11 ministros entenderam que a redução temporária de carga horária e salários fere o princípio constitucional de irredutibilidade, contrariando a demanda de estados e municípios que ultrapassam o limite legal. Votaram nesse sentido Edson Fachin, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux e Marco Aurélio Mello.

Votaram no sentido de permitir a redução temporária – e já são votos vencidos – os ministros Alexandre de Moraes (relator das ações que questionam pontos da LRF), Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes e o presidente da Corte, Dias Toffoli. Com um placar de 6 a 4 contra a redução de jornada e de salários, o julgamento foi interrompido por Toffoli para aguardar o voto do decano Celso de Mello, ausente por motivo de saúde. A análise só será retomada após o retorno do ministro.

A maioria dos ministros do tribunal seguiu o voto de Edson Fachin, que divergiu do relator, Alexandre de Moraes. Para Moraes, a redução salarial conforme a LRF é uma "fórmula temporária" para garantir que o trabalhador não perca definitivamente o cargo. Já Fachin entendeu que não se pode flexibilizar a previsão da Constituição somente para gerar efeitos menos danosos ao governante, que também tem a possibilidade de demitir servidores estáveis se não conseguir cumprir o teto previsto em lei.

De acordo com os dados mais recentes do Tesouro Nacional, no ano passado 12 estados descumpriram o limite máximo de 60% de comprometimento da receita corrente líquida com despesa com pessoal, previsto na LRF: Acre, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e TO.

Quando o comprometimento de gasto com pessoal atinge 54% da receita corrente líquida, o estado já está em limite de alerta – e deveria tomar medidas para conter o crescimento dessa despesa. Mas, conforme lembrou Edson Fachin, a Constituição assegura a irredutibilidade de salário. “Entendo que não cabe flexibilizar mandamento constitucional para tomar, inclusive, decisões difíceis”, afirmou Fachin.

Com informações do O Globo

Fonte: Vermelho

Desmatamento na Amazônia é principal causa de incêndios

Levantamento mostra que dez cidades amazônicas com maior desmate registraram mais focos de incêndio


Desmatamento na Amazônia aumento 39% no último ano - Foto: Agência/Brasil

Os dez municípios amazônicos que mais registraram focos de incêndios foram também os que tiveram maiores taxas de desmatamento. É o que mostra um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisas Ambiental da Amazônia (Ipam). Em nota técnica, a ONG apontou uma forte correlação entre o aumento das queimadas com a alta no desmatamento da Amazônia. 
Apesar de este ano também estar com uma estiagem mais prolongada – o que chegou a ser sugerido como uma possível causa para o aumento dos focos de fogo –, a seca é menos intensa do que a de 2016, por exemplo. E há mais umidade na Amazônia hoje do que havia nos últimos três anos. “Isso significa que o alarmante aumento da ocorrência de incêndios que devastam a maior floresta tropical do mundo indica que o desmatamento possa ser um fator de impulsionamento às chamas”, disseram os pesquisadores da ONG em nota técnica.
Historicamente, as queimadas na região estão ligadas ao avanço do desflorestamento, combinado a períodos de seca intensa, diz o pesquisador do Ipam, Paulo Moutinho. “O que é estranho neste ano de 2019 é que não há uma seca tão severa como nos anos anteriores e há um aumento substancial dos focos de incêndio. As relações que a gente buscou entre desmatamento e focos de incêndio são muito fortes este ano, o que indica que a seca tem alguma influência, mas não é o fator preponderante”, afirma.
Alertas de desmate feitos recentemente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicaram uma alta de 49,45% na devastação entre agosto do ano passado e julho deste ano, na comparação com os 12 meses anteriores. Ao mesmo tempo, o número de focos de incêndio, para a maioria dos Estados da região Norte, já é o maior dos últimos quatro anos. 

A superintendente da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda), Dalce Ricas, explica que o fogo é normalmente usado para ‘limpar o terreno’, após os cortes de árvores. “Apesar de errado, a lei autoriza o uso de fogo para áreas de agricultura, desde que aja vigilância”, diz. 
“Geralmente, o primeiro interesse econômico é pela madeira. Então, madeireiros chegam na floresta e tiram o que podem, derrubam as melhores árvores com maior valor de mercado. Passados alguns dias, quando as folhas e galhos menores já estão secos, vem o fogo. Depois, a terceira etapa é quando chegam o capim e o boi. Aí completa o ciclo de destruição. Depois madeireiros e grileiros avançam mais e mais para expandir o processo de destruição”, explica o processo. 
Saúde sofre o impacto
As relações entre o aumento do desmatamento e a redução dos ciclos de chuvas, provocando consequentemente prejuízos ao agronegócio brasileiro, são apenas alguns dos impactos alertados por especialistas. “Pelo lado ambiental, todos estudos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês) mostram que a Amazônia será transformada numa Savana. Por outro lado, as queimadas aumentam o índice de doenças respiratórias da região. A fuligem afeta diretamente a saúde humana e animal”, alerta a superintendente da Amda, Dalce Ricas.
Para frear essa devastação, o Ipam recomenda que é preciso intensificar o combate à derrubada ilegal da floresta e apoiar agricultores para que deixem de usar o fogo no preparo da terra. Em nota técnica, o órgão sugere que “é urgente retomar as campanhas de prevenção de queimadas, combate aos incêndios florestais e o uso de técnicas controladas do fogo”. Reduzir o uso do fogo resulta em menos gasto com saúde ou reposição de perdas agroflorestais, aponta o Ipam.

Fonte: O Tempo

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

'Dose zero' contra o sarampo começa nesta 5ª em Minas; tire todas as dúvidas sobre a vacina

Minas Gerais começa, nesta quinta-feira (22), a imunização de bebês de 6 a 11 meses contra o sarampo. A "dose zero", como está sendo chamada a vacina extra, será aplicada para evitar que o surto da doença chegue ao Estado. Até então, a proteção era disponibilizada somente para crianças a partir dos 12 meses.

Conforme o Hoje em Dia anunciou na quarta-feira (21), a meta da Secretaria Estadual de Saúde (SES) é imunizar 130 mil bebês em Minas. Os pais e responsáveis pelos menores de um ano devem procurar qualquer posto de saúde, até as 17h, para imunizar os filhos. De acordo com a SES, o Estado tem no estoque quantidade suficiente para vacinar os bebês. "Sendo assim, não há a necessidade de campanha para a realização da vacinação", informou. 

A pasta explicou que a "dose zero" não substitui as demais previstas no Calendário Nacional de Vacinação. "A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente de a criança ter tomada a "dose zero" da vacina", frisou.

Desta forma, além da dose que será aplicada a partir desta quinta, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose), para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela. Além do sarampo, a vacina tríplice viral previne também contra rubéola e caxumba.

Confira abaixo as principais dúvidas sobre a doença:
O que é o sarampo?
Doença infecciosa grave, causada por um vírus, que pode ser fatal. 
O que causa o sarampo?
É tão contagioso que um doente pode transmitir para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes.
Como ocorre a transmissão?
Quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. 
Como se prevenir?
A única maneira de evitar o sarampo é pela vacina. A dose está disponível nos postos de saúde.
Quais os sintomas?
Febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal-estar intenso.  
E as manchas?
Em torno de 3 a 5 dias, podem aparecer outros sinais e sintomas, como manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas que, em seguida, se espalham pelo corpo. A persistência da febre é um sinal de alerta e pode indicar gravidade, principalmente em crianças.
Quem deve se vacinar?
Dose zero - Todas as crianças maiores de 6 meses e menores de 1 ano.
Primeira dose - Crianças que completarem 12 meses (1 ano).
Segunda dose - Aos 15 meses de idade, última dose por toda a vida.
Adulto deve se vacinar?
De 1 a 29 anos - São necessárias duas doses (se a pessoa está nesta faixa etária e tomou apenas uma dose, deve receber a segunda).
De 30 a 49 anos - Apenas uma dose.
Acima de 50 anos - A vacinação é desnecessária. A pessoa é considerada imune, pois já teve contato com a doença.
Não tomou nenhuma dose, perdeu o cartão ou não se lembra?
Deve procurar uma unidade de saúde e receber a dose.
Grávidas podem tomar a vacina?
A imunização é contraindicada. A gestação tende a diminuir a imunidade da mulher, o que deixa o sistema imunológico mais vulnerável e, por isso, a vacina pode desenvolver a doença ou complicações.
Quais são as vacinas?
Dupla viral - Protege do vírus do sarampo e da rubéola. Pode ser utilizada para o bloqueio vacinal em situação de surto.
Tríplice viral - Protege do vírus do sarampo, caxumba e rubéola.
Tetra viral - Protege do vírus do sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora).
Onde devo tomar a vacina?
São ofertadas em unidades públicas e privadas de vacinação. No SUS, as vacinas são gratuitas, seguras e estão disponíveis nas mais de 36 mil salas de vacinação em postos de saúde em todo o Brasil.
Quais as complicações do sarampo?
Criança - Pneumonia, otite aguda (infecções de ouvido), encefalite (inflamação do cérebro) e morte.
Adulto - Pneumonia.
Gestante - Mulher não vacinada antes da gravidez pode apresentar parto prematuro e o bebê pode nascer com baixo peso.
Como é o tratamento do sarampo?
Não existe tratamento específico. Os medicamentos são utilizados para reduzir o desconforto ocasionado pelos sintomas da doença.
Como proceder?
Não usar medicamento sem orientação médica. A pessoa deve, sempre, procurar o serviço de saúde mais próximo, caso apresente os sintomas. 
Fonte: Hoje em Dia

Anitta ataca governo e diz que Amazônia devia ser administrada pelos índios

Cantora deu sua opinião sobre o desmatamento recente na floresta

Foto: Instagram @anitta

O desmatamento e as queimadas recentes na Floresta Amazônica tomaram conta do noticiário nos últimos dias, principalmente nas redes sociais. E não à toa, várias celebridades resolveram opinar sobre o assunto. Entre elas Anitta, que em sua conta no Instagram, defendeu os indígenas e afirmou que eles é que deveriam administrar a mata.
"Todo mundo aprende no ensino fundamental, antes de chegarmos aqui, quem estava aqui era quem? Os indígenas, logo, as terras são de quem? Dos indígenas. Inclusive, se o poder de cuidar do nosso País estivesse na mão dos indígenas, não estava dando essa merda", afirmou Anitta no Instagram.
"Entenderam agora porque não devemos matar os indígenas? Por mim, deixava a Amazônia inteira a cuidado dos indígenas, pois assim não estariam matando e acabando com as nossas florestas, animais e todo o nosso patrimônio", completou.
Fonte: O Tempo