Betim sai na frente e constrói um dos mais modernos hospitais da Grande BH
A prefeita de Betim, Maria do Carmo Lara e a secretária municipal de saúde, Conceição Rezende, apresentaram o projeto de engenharia e arquitetura do Hospital do Teresópolis. Com a implantação do hospital, Betim aumentará seu número de leitos hospitalares, já que existe um déficit de 485 leitos na cidade e 870 na microrregião. O empreendimento terá a missão de oferecer e ampliar a assistência hospitalar de média complexidade materno-infantil, clínica do adulto, cirurgia geral, ortopédica e a odontológica, em urgência e emergência, aos usuários do SUS Betim, de forma humanizada, integral e eficiente.
Na ocasião, Maria do Carmo Lara lembrou a importância desse projeto, já que foi votado pelo Orçamento Participativo (OP), demonstrando uma necessidade da região do Teresópolis. “Para a prefeitura, as obras eleitas democraticamente por este instrumento popular que é o OP são prioridades. Solicitei urgência na confecção desse projeto e ele nos foi entregue em dois meses. É um tempo recorde para concepção de um trabalho dessa complexidade”, ressaltou a prefeita. Ela disse ainda que a primeira promessa já foi cumprida, a elaboração do projeto. “Em seguida, vamos apresentar para o Ministério da Saúde e solicitar a verba para execução”, afirmou.
Projeto inteligente
O arquiteto e médico, Domingos Marcos Flávio Fiorentini, responsável pelo projeto do Hospital, ressaltou a quebra de paradigmas com que trabalhou neste projeto. “São mais de 600 projetos executados em todo o mundo, mas este é especial por seu porte, complexidade e importância para a população de Betim, disse. “A gestão desse hospital será de muita responsabilidade”, afirmou o arquiteto, explicando que o projeto do Hospital Teresópolis foi concebido para evitar desperdícios, reduzir ociosidade, preservar os princípios de segurança e humanização, além de utilizar conhecimento científico dos processos de utilização de energia e dos recursos naturais.
Segundo Domingos Fiorentini, foi projetado um sistema duplo de alimentação de água, sendo um para água reciclada e outro para água potável. A água reciclada será utilizada como água motriz (vasos sanitários e despejo), de forma que a água potável seja utilizada somente em funções estritamente necessárias, favorecendo seu uso racional. Com isso, temos uma redução de 50% do consumo de água potável e do volume de esgoto produzido.
Foi proposto também, o uso máximo de ventilação e iluminação natural e isolamento térmico do edifício, para a redução do consumo de energia elétrica. Também está no planejamento, uma estrutura que permita a redução de perda de gases medicinais e redução do custo de manutenção, além da implantação de tecnologia e conectividade através de uma rede corporativa hospitalar. Outro ponto importante considerado no projeto é a arquitetura de forma mais horizontal possível, minimizando a necessidade de elevadores, escadas, rampas e monta-cargas.
Em visita a Betim, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assegurou que a presidenta Dilma Rousseff liberaria recursos para a construção do hospital. “Vamos aguardar a prefeitura a apresentar o projeto para liberarmos o dinheiro. É compromisso do governo federal com a prefeita Maria do Carmo construir o hospital no Teresópolis”, disse Padilha, quando esteve visitando a cidade.
Fonte: FOLHA DE BETIM
A chuva já chegou: Prefeitura de Betim desenvolve ações preventivas
As ações preventivas para o período das chuvas já começaram a ser realizadas pela Prefeitura Municipal de Betim, segundo um plano de contingências com estratégias a serem adotadas no município em caso de grande nível pluviométrico nos próximos meses. O grupo de trabalho integrado formado em Betim é composto pelas secretarias de Infraestrutura, Saúde e Meio Ambiente, além das administrações regionais e pela Superintendência de Defesa Civil, responsável pela coordenação operacional dos serviços de atendimento à população em caso de necessidade. A Divisão de Limpeza Urbana já está executando, segundo programação prévia, a limpeza de bocas de lobo. São dois dias de trabalho em cada uma das oito regionais da cidade (Alterosas, Centro, Citrolândia, Imbiruçu, Vianópolis, Norte, PTB e Teresópolis). Duas equipes estão responsáveis pela limpeza de rios e córregos que tem o intuito de evitar enchentes nas regiões. A limpeza consiste na retirada do excesso de gramíneas e plantas aquáticas no leito do córrego com o cuidado para evitar o assoreamento. São retirados entulhos e todo tipo de lixo encontrado ao longo das margens e na água. Além de evitar enchentes, essa ação possibilita um retorno às condições naturais do córrego, mantendo a normalidade da drenagem pluvial. Os trabalhos de mobilização e sensibilização da comunidade têm sido intensificados, de forma a prevenir possíveis problemas. Outra medida tomada pela Limpeza Urbana é a fiscalização em locais pontuais de descarte indevido de resíduos, buscando amenizar o entupimento das bocas de lobo e assoreamento dos rios e córrego. O número de coletores também foi ampliado. Pra minimizar os riscos, a Defesa Civil já providenciou a construção de mais duas bacias de contenção, sendo uma no bairro Amazonas e outra no Recreio dos Caiçaras. A construção das avenidas sanitárias espalhadas pela cidade (Av. Imbiruçu, Av. São Diniz, Av. José Inácio Filho e Av. das Acácias) também faz parte do plano estratégico de prevenção. Além disso, as obras do PAC Teresópolis e Alto Boa Vista (drenagens, esgosto e pavimentação) complementam as estratégias. O superintendente de Defesa Civil, Carlos Roberto Pereira, destaca que as obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) contribuem para a diminuição no número de incidentes durante o período chuvoso. Devido à impermeabilização do solo, a água infiltra em menor quantidade na terra e também não escoa para barrancos e encostas. As redes de esgoto e obras de drenagem proporcionam melhores condições para a população, explica. A Defesa Civil tem mapeadas as regiões de risco na cidade e realiza ações de mobilização nessas áreas ao longo do ano. São 14 áreas com risco geológico ou químico no município, monitoradas ao longo do ano, e durante o período chuvoso requerem mais atenção da Defesa Civil. Ao logo de 2011, a Defesa Civil já efetuou mais de 1.300 vistorias preventivas, já remanejou 76 famílias de áreas de risco e recuperou 153 residências que apresentavam falhas estruturais, impondo riscos aos moradores. Paralelamente a essas ações preventivas, o órgão faz um trabalho de conscientização com distribuição de cartilhas para orientação dos moradores, sobretudo os que vivem em áreas de risco já identificadas. As famílias localizadas em áreas mais críticas já foram encaixadas no Programa Minha Casa Minha Vida ou no Programa auxílio Moradia. Somente em 2011, 76 famílias foram removidas de áreas perigosas e alocadas em locais seguros. Dicas que podem evitar transtornos durante o período chuvoso: - Manter limpas as vias de escoamento das águas pluviais - Impermeabilizar os quintais - Monitoramento de encostas - Evitar obras de construção durante o período chuvoso - Observar o nível de água de córregos e rios - Evitar retirada de terra nos barrancos - Não construir residências abaixo do nível da rua - Observar trincas nas moradias Contato da Defesa Civil para atendimento à população e denúncias: 199 | |


